Polinização de Pachystachys lutea (camarão-amarelo de jardim)
Camarãozinho-de-jardim é uma planta ornitófila, polinizada por beija-flores e tem função importante como elo de biodiversidade nas cidades.
O paisagismo funcional vai além da estética ornamental ao criar espaços funcionalmente ecológicos, capazes de sustentar processos naturais, especialmente a polinização.
Nesse contexto, o paisagismo torna-se amigável aos polinizadores ao priorizar a diversidade de flores, o uso de plantas nativas ou bem adaptadas e a oferta contínua de recursos como néctar e pólen ao longo do ano. Esses fatores favorecem a atração e a permanência de abelhas, borboletas, aves e outros polinizadores, fortalecendo interações mutualísticas e contribuindo para a formação de refúgios para a fauna urbana.
Dessa forma, o paisagismo funcional e amigável aos polinizadores mantém redes ecológicas ativas, aumenta a resiliência das cidades e conecta áreas urbanas às florestas do entorno, em escala local ou regional.
Camarãozinho-de-jardim é uma planta ornitófila, polinizada por beija-flores e tem função importante como elo de biodiversidade nas cidades.
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O murici movimenta a economia de muitas regiões do país. Mas não somente a economia. Essa espécie é pilar de muitas interações com abelhas de muitos grupos, especializadas em coletar óleos e vibrar anteras na retirada do pólen. Veja que formidável é o murici.
Agave americana – Agavaceae – pita ou piteira é uma espécie quiropterófila, ou seja, polinizada por morcegos nectarívoros. Saiba as características dessas flores que atraem os morcegos.
Justicia brasiliana é uma planta nativa do Brasil amplamente reconhecida por sua intensa interação com beija-flores. Suas flores tubulares, coloridas e ricas em néctar fazem dela um exemplo clássico de planta ornitófila, essencial para a manutenção das redes de polinização em ambientes naturais e urbanos. Muito usada em jardins, cercas vivas e projetos de paisagismo funcional, a espécie alia beleza, rusticidade e valor ecológico, contribuindo para a conectividade entre fragmentos verdes e para a conservação dos polinizadores.
O cipó-preto (Anemopaegma chamberlaynii) é uma trepadeira nativa da América do Sul, típica de ecossistemas costeiros como restingas, onde exerce papel ecológico relevante. Suas flores grandes, amarelas, perfumadas e de corola tubular-campanulada produzem néctar e são adaptadas à polinização por abelhas de grande porte. A espécie floresce nos meses mais quentes do ano e integra uma rede complexa de interações ecológicas que envolve polinizadores, dispersores e a manutenção da biodiversidade.
Poliização por abelhas do jacarandá mimoso.
O ipê-amarelo é uma espécie nativa do Brasil, reconhecida como árvore-símbolo nacional. Suas flores apresentam características associadas à polinização por mamangavas (abelhões): são grandes, tubulares e ricas em néctar, favorecendo polinizadores de grande porte capazes de acessar o recurso floral e realizar a polinização. É uma árvore de grande importância ecológica, paisagística e cultural.
O ipê branco, Tabebuia roseo-alba da família Bignoniaceae é uma espécie polinizada por abelhas-de-mel, e mamangavas. É muito importante funcionalmente e de grande beleza ornamental, conhecida como “Neve do Cerrado”
Pyrostegia venusta é conhecida como Flor-de-São-João ou Cipó-de-são-João. Ocorre no Centro-Oeste e São Paulo. Suas flores são típicas de polinização por beija-flores. Oferecem pólen e néctar como recursos florais. A floração começa no outono e se estende até o início da primavera.