Educação Ambiental

Educação Ambiental

 

DIFerentes pessoas e paisagens de regeneração em meio ao caos e estudantes

A Educação Ambiental, desde meados de 1970 vem se consolidando e, nas últimas décadas, é reconhecida como um dos caminhos mais potentes para o enfrentamento dos grandes desafios impostos para a humanidade.  Mais do que uma área temática, ela constitui um campo plural, transversal, em permanente construção, que responde às emergências contemporâneas referentes às questões socioambientais, climáticas e éticas.

No Quem Poliniza, compreendemos a Educação Ambiental como um processo educativo não formal, contínuo e transversal, que se desenvolve para além dos muros da escola e dos currículos oficiais. A EA se constrói na experiência cotidiana, na observação da natureza, no diálogo entre saberes e na aproximação entre ciência, território, sociedade e economia.

Inspirados por referenciais consolidados da Educação Ambiental brasileira reconhecemos que não existe uma única Educação Ambiental, mas múltiplas abordagens conviventes, que debatem com diferentes contextos, públicos e intencionalidades.

A Educação Ambiental adotada aqui dialoga especialmente com perspectivas que:

  • valorizam a alfabetização ecológica, como base para compreender a vida como rede;

  • reconhecem a complexidade dos sistemas socioecológicos;

  • apostam na vivência, na sensopercepção e na experiência direta com a natureza;

  • e assumem a Educação Ambiental como um ato ético e político, comprometido com a sustentabilidade socioambiental e a justiça ambiental.

Ancorada em uma visão de Ecologia Sistêmica, essa abordagem entende que flores, polinizadores, plantas, animais e seres humanos fazem parte de uma mesma teia viva, interdependente. Cada ação reverbera no todo. Educar ambientalmente é, portanto, aprender a perceber relações, reconhecer responsabilidades e agir com consciência dentro dessa rede.

No Quem Poliniza, a Educação Ambiental se expressa na divulgação acessível da ciência ecológica, no incentivo à Ciência Cidadã, na valorização da observação da natureza urbana e rural e na construção de vínculos afetivos e cognitivos com o ambiente.

Mais do que transmitir informações, buscamos formar olhares.
Porque costumamos cuidar, de fato, daquilo que nos diz algo, que nos toca, que nos afeta, que compreendemos e, por fim, vivenciamos.

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